domingo, 1 de agosto de 2010

Amor, palavra que liberta.

Amor. Palavra essa que faz nossas cabeças dar voltas e voltas em apenas um eixo. A delicadeza das letras que a compõe, que apenas na palavra se percebe a singularidade de cada letra. Nos faz pensar, nos faz querer saber de onde veio, de onde pertence, quem a criou, quem deu a capacidade curiosa de amar, de ser amado. Não obstante de tanta complexidade questiono o próprio amor que digo sentir. E se amo, o que de fato amo?

Nós

Queria saber mais sobre ti
Saber de tuas façanhas, tuas manhas
Sentir o que tu sentes quando me vê
Sentir se talvez o pouco que me ama pode ser o Maximo
Olhar pra ti e ver que o nosso belo é o mais belo
Cantar ao som de los hermanos e perceber que nada mais falta
Pra nós, sorrir dos segredos sussurrados ao vento
Contar aos nossos sonhos aquilo que ninguém mais sabe
E no fim, nada mais seria, se não,nós. Verdadeiramente nós.

sem título

Posso bailar ao som dos assovios.
Poderia bailar apenas ao suspirar do amanhecer.
Poderia bailar andando sobre o fogo de Prometeu
Poderia bailar bailando com estranhos no céu
Poderia até bailar com holofotes no seio
Posso bailar até naquilo que nem é meu.

Samba e amor

Eu faço samba e amor até mais tarde, e tenho muito sono de manhã.